O DIA MUNDIAL DA LIMPEZA

No dia 18 de setembro de 2021 o CNM participou do Dia Mundial da Limpeza. Este dia, marca a união vários países e milhões de pessoas em todo o mundo em torno de um objetivo comum: promover a consciência da necessidade de preservação do nosso planeta, através de ações de limpeza, em rios, trilhas, mangues e praias.

Essa ação mundial cresce desde 1986, e no Brasil ocorre desde 1993. A proposta inicial realizar a limpeza das praias, entretanto percebeu-se que outros locais também necessitavam dessas intervenções, como mangues, margens de rios e trilhas.

A ações realizadas no Dia Mundial da Limpeza simbolizam uma rede forte e única de agentes que compartilham a visão de um mundo livre de resíduos, baseada na prática do 5 R’s da sustentabilidade: Repense, Recuse, Reduza, Reutilize e Recicle, que visa minimizar o impacto ambiental causado pelo desperdício de materiais.

Diante disso, nós montanhistas do CNM, comprometidos essas práticas sustentáveis, de cuidado com a natureza e sendo parte dessa rede de agentes, fomos contribuir nessa ação.

Como o dia mundial da limpeza já faz parte da agenda municipal, a prefeitura de Niterói promoveu e apoiou, oferecendo sacos de lixo e água potável aos voluntários, várias ações por toda a cidade.

O CNM escolheu trabalhar no Trecho final da trilha Travessia São Francisco x Cafubá.

O evento organizado pela diretoria de meio ambiente do CNM, Alice Selles e Eny Hertz, pela diretoria do uso público do PARNIT, Alex Figueiredo, contou com participação de 10 sócios. Também estiveram presentes uma funcionária da Prefeitura, Leila, e voluntários do PARNIT.

Todo o material residual coletado numa manhã de trabalho foi contabilizado e classificado. Ao todo foram coletados 10 sacos de 100L e 3 sacos de 300L de materiais de vários tipos, tais como: vasilhames e sacos de plástico, trapos de roupa, chinelos de borracha, capacete de motocicleta, bujãozinho liquinho entre outros materiais. A maior parte dos resíduos parecia ser antigo do local.

Essa ação foi muito importante, pois impediu que esse material fosse levado por uma chuva forte para o Sistema Lagunar de Itaipu, reduzindo assim o risco de entupimento da rede pluvial do Bairro Cafubá.

Parabéns a todos que participaram dessa ação ambiental. A natureza agradece!

 

Campanha SEMEAR

A degradação ambiental na qual vivemos é progressiva, requerendo, portanto, ações imediatas visando minimizá-la. Contudo, é fato que a recuperação ambiental pode ocorrer a partir de pequenas ações de pessoas sensíveis a essa necessidade.

Sem dúvida, nossas cidades possuem vários locais onde a natureza é mais bem preservada; são os parques, jardins, canteiros e outros. Um olhar atento para esses locais e a coleta de certas sementes ajudarão na recuperação e na preservação ambiental.

Por isso, a campanha denominada Semear, apesar de singela, tem um objetivo altruísta: coletar sementes de árvores nativas nos municípios de Niterói e Maricá. As sementes coletadas deverão ser entregues no Clube Niteroiense de Montanhismo (CNM) ou para o diretor de Uso Público do Parque Natural Municipal de Niterói (ParNit) – Alex Figueiredo. O Parque providenciará a semeadura e a subsequente introdução desses jovens indivíduos ao ambiente natural, mais propício ao seu desenvolvimento.

Sugerimos que as coletas das sementes sejam feitas de árvores de rua e quintais, uma vez que é proibido fazer qualquer tipo de coleta de material biológico em Unidades de Conservação sem autorização prévia.

Serão indicadas novas espécies e contamos com a sua colaboração para fazer esse projeto florescer. Em função da época de floração, inicialmente deverão ser coletadas sementes de quatro espécies de árvores:

Pau-rei,
Paineira-rosa,
Pau-ferro
Embiruçu

 

No vídeo abaixo, Alex Figueiredo fala sobre a importância dessa campanha para a recuperação ambiental na cidade de Niteroi.

As flores de amanhã nascem das sementes de hoje.

Para quem perdeu! Restauração de Ecossistemas em meio urbano em Niterói: Parque Orla Piratininga

Olá pessoal!

Já está disponível no nosso canal no YouTube o vídeo com a palestra ministrada pela nossa sócia Andressa Lima, no dia 07 de junho de 2021, sobre  “Restauração de Ecossistemas em meio urbano em Niterói: Parque Orla Piratininga”. Andressa nos mostrou a estratégia adotada pelo Município abordando a restauração de ecossistemas por meio da implantação de um parque ecológico urbano na orla da Lagoa de Piratininga. 🌱🌳🌴🍃☘️🌻🌺

Vocês também podem clicar no link abaixo para acessar o PDF da apresentação.

https://drive.google.com/file/d/1GC0rWTd9rLGcuO8bUtIeNuGpFv8yb-dP/view?usp=sharing

Palestra ONLINE “Restauração de Ecossistemas em meio urbano em Niterói: Parque Orla Piratininga”

 

Olá pessoal!

🌱Nesse mês de junho se dará início à Década da Restauração de Ecossistemas 2021-2030 da ONU, um apelo global à ação para a restauração de ecossistemas degradados.

Você sabe que ações têm sido feitas em Niterói para a restauração dos ecossistemas no município?

Pensando nisso, convidamos Andressa Lima, vice-presidente do CNM, para nos dar a palestra “Restauração de Ecossistemas em meio urbano em Niterói: Parque Orla Piratininga”. Andressa vai nos mostrar a estratégia adotada pelo Município abordando a restauração de ecossistemas por meio da implantação de um parque ecológico urbano na orla da Lagoa de Piratininga. 🌱🌳🌴🍃☘️🌻🌺

O Parque Orla Piratininga terá cerca de 680 mil m² de área e 10,6km de infraestrutura cicloviária ao longo da orla da Lagoa de Piratininga, na Região Oceânica de Niterói. 🚴🏿‍♀️🚴‍♂️

A palestra é aberta ao público! Te aguardamos no dia 07/06 às 19h30, pelo ZOOM. O link será divulgado aqui no site do clube no dia da palestra. Marque na sua agenda!

https://www.niteroiense.org.br

Dissertação sobre Impactos da Escalada em Vegetação de Afloramentos Rochosos (mais conhecidos como pedras, rochas, boulders ou, genericamente, como locais aonde nos divertimos!!)

Por Stephanie Maia

Em abril de 2015 defendi minha dissertação de mestrado sobre o tema que me apresentou ao montanhismo e foi a razão pela qual  comecei a escalar: o uso das rochas por escaladores e quais são os impactos das escalada na vegetação dos afloramentos rochosos. Depois de um estudo introdutório sobre o montanhismo carioca, seu histórico e instituições, percebi que, primeiro, era importante distinguir todas as nuances do que significava ser montanhista, conhecer bem o meu ‘objeto’ de estudo e, segundo, que para isso eu precisava vivenciar a experiência da montanha. Percebi que jamais seria levada a sério pela comunidade montanhista se falasse apenas de fora, se não compreendesse o que motiva uma pessoa a sair arriscando a própria vida por aí, ou no mínimo passando uns perrengues, quando poderia estar realizando atividades mais seguras e confortáveis. Enfim, acho que aqui todo mundo sabe do que estou falando, não é mesmo?!

Além dos impactos negativos que nossa atividade causa à vegetação de afloramentos rochosos, também discuti em meu estudo a importância que nós temos na proteção da natureza quando seguimos as diretrizes de mínimo impacto, respeitamos e trabalhamos junto com as instituições públicas responsáveis pela gestão das áreas protegidas e quando compartilhamos nosso conhecimento com aqueles que chegam, por vezes, tão afobados pela aventura que lhes escapam apenas o contemplar e respeitar o tempo da natureza.

Por fim, cinco anos depois de concluir o trabalho árduo de escrever uma dissertação e vencer os traumas desse período (pós-graduandos entenderão), venho agora compartilhar com vocês um pouco do que aprendi.

Recomendo a leitura aos interessados em história, botânica, unidades de conservação, escalada e montanhismo.

Boa leitura!

https://drive.google.com/file/d/1apOorXRKe5qGfy3vPcpMHiNJ63LWKHrm/view?usp=sharing

Para quem perdeu…

Olá pessoal!

Já está disponível no nosso canal no YouTube o vídeo com a palestra ministrada pelo biólogo e professor Jorge Antonio Lourenço Pontes, no dia 14 de dezembro de 2020, sobre poluição luminosa e seus impactos ao meio ambiente.

Vocês também podem clicar no link abaixo para acessar o PDF da apresentação, gentilmente cedida pelo Professor Jorge.

https://drive.google.com/file/d/15sARBsZHLAyFTQ18hckLpJhd3C9jLbck/view?usp=sharing

 

Reunião do Conselho do PESET – set/18

Reunião do Conselho do PESET – set/18

No dia 26 de setembro de 2018 ocorreu uma reunião do Conselho do PESET na sede administrativa do Parque Estadual da Serra da Tiririca, no bairro de Itaipuaçu, em Maricá-RJ e teve como intuito a discussão do PROJETO DE LEI Nº 4259/2018, de autoria do Deputado Paulo Ramos que tem como ementa:

EMENTA: DÁ O NOME DE “ENGENHEIRO JOSÉ CHACON DE ASSIS” AO PARQUE ESTADUAL DA SERRA DA TIRIRICA, NO MUNICÍPIO DE NITERÓI.

A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO RESOLVE:

Art. 1º- Fica denominado de “ENGENHEIRO JOSÉ CHACON DE ASSIS” o Parque Estadual da Serra da Tiririca, no Município de Niterói.

Art. 2º – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Plenário Barbosa Lima Sobrinho, 04 de julho de 2018.

 

Sendo a ementa sugerida posteriormente pelo Deputado Carlos Minc a seguinte:

EMENTA: DÁ O NOME DE “ENGENHEIRO JOSÉ CHACON DE ASSIS” À SEDE DO PARQUE ESTADUAL DA SERRA DA TIRIRICA, NO MUNICÍPIO DE NITERÓI.

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO RESOLVE:

Art. 1º- Fica denominado de “ENGENHEIRO JOSÉ CHACON DE ASSIS” a sede do Parque Estadual da Serra da Tiririca, no Município de Niterói.

Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Sala da Comissão de Redação, 06 de setembro de 2018.

 

A reunião contou com a presença de gestores, diretores e conselheiros do PESET (incluindo o representante do CNM), além de familiares (esposa, filha e sobrinha) do Engenheiro José Chacon de Assis.

Em um primeiro momento houve dúvidas sobre qual Projeto de Lei seria discutido na ALERJ neste mesmo dia (26/09/2018).

Porém, se deu continuidade a reunião lembrando que o PESET tem como prioridade garantir a demarcação e ampliação dos limites de demarcação definitiva e que a mudança do nome da Unidade de Conservação talvez acarretasse num enfraquecimento deste movimento de ampliação do Parque, pois demandaria alterações nas leis que fizessem referência ao PESET. Além de gerar certa preocupação e dúvida quanto ao momento e a forma que esse projeto de lei foi levantado (em período de eleições, sem a consulta pública e sem a consulta ao INEA).

Uma vez entendido a situação, mas não deixando de compreender a grande importância em homenagear o engenheiro eletricista e ambientalista José Chacon de Assis, visto que este esteve à frente da campanha pela criação e implantação do Parque Estadual da Serra da Tiririca (Frente em Defesa da Serra da Tiririca), foi decidido por unanimidade do conselho presente que seria feito uma moção de apoio ao PL 4259/2018, onde fica denominada de “ENGENHEIRO JOSÉ CHACON DE ASSIS” a SEDE do Parque Estadual da Serra da Tiririca, no Município de Niterói e NÃO a mudança do nome do parque, visto que “Parque Estadual da Serra da Tiririca” já é um nome consolidado histórico e afetivamente, dentre tantos outros fatores.

Ao final deste mesmo dia, o projeto de lei 4259/2018 foi aprovado com a seguinte decisão: “PROJETO DE LEI Nº 4259/2018 DE AUTORIA DO DEPUTADO PAULO RAMOS REDAÇÃO FINAL QUE DÁ O NOME DE “ENGENHEIRO JOSÉ CHACON DE ASSIS” À SEDE DO PARQUE ESTADUAL DA SERRA DA TIRIRICA, NO MUNICÍPIO DE NITERÓI”.

 

Links para o projeto de lei 4259/2018:

Intervenção na subida do Costão de Itacoatiara

Intervenção na subida do Costão de Itacoatiara

Em uma tentativa de frear o processo de erosão causado pelo grande número de pessoas na trilha do Costão de Itacoatiara, foi instalado um corrimão no trecho inicial da rampa de pedra, logo após o Marco Zero.

Apesar de impactante, tal ação se fez necessária, pois muitas pessoas estavam utilizando atalhos na lateral, onde a vegetação é mais frágil e com uma camada bem fina de solo.

Diversas outras tentativas de impedir a degradação foram feitas, como instalação de placas educativas, cercas, delimitadores, limitação de pessos na trilha, entre outros. Há anos atrás, a largura da subida era de no máximo 1,5 metro. No mês passado, chegou a aproximadamente 8 metros no trecho mais longo.

Com a instalação do corrimão as pessoas poderão utilizar o local sem vegetação para subir, preservando assim as laterais.

O trabalho foi realizado pela Administração do Parque Estadual da Serra da Tiririca, com apoio da FEMERJ – Federação de Esportes de Montanha do Rio de Janeiro, do CNM – Clube Niteroiense de Montanhismo e voluntários.

A subida do Costão já foi assim…

Um dos mutirões

III Seminário de Mínimo Impacto

III Seminário de Mínimo Impacto

O Clube Niteroiense de Montanhismo em parceria com o Parque Estadual da Serra da Tiririca têm a honra de convidá-los para o III Seminário de Mínimo Impacto, que ocorrerá no dia 22 de outubro de 2016, na E. M. Professor Dario de Souza Castello, Itaipu.

Considerando aspectos da diversidade biológica, este evento tem como proposta promover o debate a cerca do uso público por montanhistas e escaladores na Unidade e, como objetivos, trazer à luz conhecimentos científicos a cerca dos impactos dessas atividades, buscar consolidar o conceito ético de mínimo impacto, bem como a sua prática.

As inscrições já estão abertas aos sócios, clique aqui.

Aos não associados confirmem presença no evento Facebook.

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