Aos sócios do CNM,
Gostaria de informar a todos que no final do mês de janeiro, o Ary Carlos decidiu por razões pessoais (falta de tempo) e de forma amistosa se afastar da Diretoria Técnica do CNM que havia iniciado em novembro de 2016 e que iria até novembro de 2018. Ary já vinha sendo o Diretor Técnico desde a gestão anterior e também já havia assumido o cargo de Diretor de Meio Ambiente entre 2010 e 2012.
Em seu lugar, foi convidado para assumir Taffarel Ramos Costa, que já é guia de trilhas do CNM e que agora fica responsável pela coordenação dos assuntos técnicos do clube até o fim de 2018. Como a saída do antecessor foi amistosa, estamos num processo transitório de informações, portanto, Taffarel estará ambientado com a nova função o mais breve possível.
Desejamos boa sorte e bom trabalho ao novo Diretor.
Vinicius Araujo
Presidente do CNM






Leitura interessante sobre como podemos utilizar a mente para potencializar a performance nas atividades de esportes outdoor e como isso pode impactar também na vida cotidiana. O autor apresenta um conceito de “fluxo”, no qual podemos definir como um estado mental que permite que pessoas comuns consigam redefinir os limites do possível. Afirma-se que não há uma diferença essencial entre um superatleta e uma pessoa comum, no entanto, o primeiro habituou-se a cultivar um estado de consciência capaz de ajudá-lo a acessar seu máximo potencial e fazê-lo aprender mais em menos tempo (que é o estado de “fluxo”). O autor se baseia no exemplo de diversos atletas de esportes de ação e aventura para comprovar a sua tese, incluindo algumas lendas do esporte, como o escalador Dean Potter. Ao construir uma ponte entre o extremo e o convencional, ele explica como esses atletas utilizam o estado de fluxo para realizar o inimaginável e como podemos aproveitar essas informações para acelerar radicalmente nosso próprio desempenho em qualquer área de atuação.




O livro relata a preparação e a viagem de Thomaz e seu amigo cão Bruno ao polo norte da Terra, numa expedição solo. A história é contada como um diário de viagem com os detalhes do dia-a-dia, contando os problemas e as alegrias encontrados ao longo do caminho, mas a interação entre Thomaz e Bruno é um capitulo a parte e que emociona. Vale a pena ler o livro, pois a história te prende com o rumo que as coisas vão acontecendo.
O autor relata a temporada de 2008 no K2, na qual várias expedições de diversos países se uniram num esforço conjunto de subir a montanha considerada por muitos como a mais difícil do mundo, mas que após uma sucessão de erros e fatalidades, 11 pessoas morreram num dos maiores desastres da história do montanhismo. A história é muito bem contada de uma forma que te faz prender ao livro, seja pela riqueza de informação dos montanhistas envolvidos na tragédia ou pelos momentos apreensivos ao longo do relato.
Uma boa leitura sobre uma ótica diferente da subida ao cume do Everest. O livro relata a tentativa do filho do primeiro homem (Sardar Tenzing Norgay) a chegar ao cume do ponto mais alto do mundo na temporada de 1996, na qual 19 pessoas morreram, numa visão sherpa de como subir o Everest.


